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terça-feira, 20 de agosto de 2013

BARATAS





 A barata é um inseto muito presente no meio urbano (cidades).

- O habitat deste inseto (locais quentes e úmidos) são as redes de esgoto, terrenos abandonados, locais com lixo e sujeira. Entram nas residências em busca de alimentos (restos de comida). Nas florestas, habitam embaixo de pedras e dentro de cascas de árvores.

- Possuem hábitos noturnos, período em que buscam alimentos e parceiros para reprodução. Costumam ficar escondidas durante o dia, momento em que descansam.

- As baratas se reproduzem de forma sexuada, sendo que a fêmea produz ovos.

- Muitas espécies possuem hábitos solitários, ou seja, não se organizam em sociedades.

- Existem aproximadamente 4 mil espécies de baratas. De acordo com a espécie, o tamanho pode variar de 5 milímetros a 10 centímetros. As fêmeas possuem um corpo maior do que os machos.

- Pesquisas arqueológicas indicam que esta espécie de inseto habita nosso planeta há, aproximadamente, 380 milhões de anos.

- O corpo da barata é oval, achatado e de cor escura (geralmente marrom). A maioria das espécies possuem seis pernas, um par de asas e duas antenas.

- Estes insetos são hospedeiros de várias bactérias, fungos, vermes, vírus e protozoários, podendo transmitir doenças aos seres humanos. O contato com as fezes de barata pode ocasionar reações alérgicas em algumas pessoas.

- As principais espécies de baratas são: Supella longipalpa (barata de faixa marrom), Blatta orientalis (barata oriental), Blatella germânica (barata alemã), Periplaneta americana (barata americana). Todas elas são consideradas pragas urbanas.


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domingo, 18 de agosto de 2013

A LUZ DOS VAGA-LUMES




 A emissão de luz realizada pelo vaga-lume é chamada de bioluminescência e visa a comunicação biológica. Ela é feita por certas espécies de insetos, algas, peixes, bactérias, fungos, celenterados, anelídeos e artrópodes, sendo os vaga-lumes os mais conhecidos. Existem, ao redor do mundo, aproximadamente duas mil espécies de vaga-lume, das quais cerca de 500 podem ser encontradas no Brasil, o país de maior diversidade destes insetos. Estima-se que outras duas mil espécies não descritas estejam  ainda para ser descobertas em nossas matas.
A reação de produção de luz pelos vaga-lumes ocorre na presença de uma enzima chamada luciferase. A luz é produzida quando a molécula de luciferina é oxidada por oxigênio na presença da ATP (adenosina trifosfato) e da enzima luciferase, perdendo sua energia em forma de luz, e não de calor. “Por isso a luz produzida é chamada de luz fria”
Apesar de sua importância para o equilíbrio ecológico e para estudos na área de biotecnologia e biomedicina, os vaga-lumes estão desaparecendo. As principais causas são a poluição, o desmatamento e o aumento da presença de luzes artificiais em áreas onde, antes, os vaga-lumes se localizavam. O vaga-lume utiliza a própria luz para encontrar seu parceiro sexual. Quando há um aumento das luzes artificiais, ele não consegue enxergar a luz do sexo oposto e não consegue se reproduzir. A continuidade da espécie fica, então, comprometida.
s vaga-lumes são besouros e podem ser classificados em três famílias: os lampirídeos, ou pisca-pisca, que têm estágio larval de cerca de um ano, no qual se alimentam de caramujos, e fase adulta, que dura apenas um mês; os elaterídeos, conhecidos como besouros tec-tec, cuja larva, que se alimenta de insetos, dura até dois anos, e o adulto até dois meses; e os fengodídeos ou larvas trenzinho, que são os vaga-lumes mais raros. Estes últimos, encontrados apenas na América do Sul, além de produzirem luz verde-amarelada por fileiras de lanternas ao longo do corpo, são os únicos que produzem luz vermelha, localizada na cabeça. A larva, que se alimenta de piolhos-de-cobra, dura dois anos e o adulto, em média, uma semana. Estes resultados correspondem aos insetos criados em laboratório.
As famílias de vaga-lumes podem utilizar sua luz para diversas funções. Todas a emitem, principalmente, para atrair parceiros sexuais. O trenzinho e o besouro tec-tec a utilizam também para assustar predadores – emitindo um sinal improvisado – e as larvas do último, emitindo luz contínua, ainda podem usá-la para atrair uma presa. “As larvas de algumas espécies de besouros tec-tec infestam cupinzeiros da região central do Brasil, os quais ficam repletos de centenas de pontos luminosos, dando a aparência de prédios iluminados durante a noite”, comenta o docente do IB. De um modo geral, as cores das luzes dos vaga-lumes variam do verde-amarelado ao vermelho. Apenas poucas espécies de trenzinho são capazes de produzir luz vermelha e as larvas de alguns mosquitos, encontrados em regiões temperadas, produzem luz azul.

fonte:portal UNESP

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

POR QUE AS FORMIGAS SE CUMPRIMENTAM?


Quantas vezes você já se deparou com uma pequena trilha de formigas e observou-as? Várias delas em um sentido, várias delas no sentido oposto? E quando elas se encontram no meio do caminho, param para se “cumprimentar” e prosseguem…
Na realidade esse fenômeno ocorre porque as formigas possuem um sistema de comunicação muito peculiar através das antenas. O que ocorre de fato é o reconhecimento através do cheiro umas das outras, para detectarem se fazem parte do mesmo ninho.
 Por questões de segurança, as formigas não aceitam intrusos em sua colônia (formigueiro) e por isso a necessidade de estarem sempre atentas ao menor sinal de invasão de alguma formiga estranha ou até mesmo doente, quando é imediatamente isolada do grupo.
As formigas produzem através de uma reação química o chamado feromônio que é exalado através de glândulas marcando o caminho percorrido e servindo de comunicação entre elas.
O feromônio é secretado por alguns animais influenciando o comportamento ou o desenvolvimento morfológico de outros animais da mesma espécie, como é o caso também das mariposas.
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CUPINS DÃO CABEÇADAS NO SOLO PARA AVISAR COLÔNIA SOBRE PREDADORES




Tema de estudo da Universidade de Bochum, na Alemanha, esses insetos batem a cabeça no chão para avisar da chegada de predadores a outros habitantes de suas colônias.
Como geralmente constroem suas colônias no solo, em forma de montes interligados a outras colônias por túneis de até 10 metros de extensão, a batucada produz um som propagado debaixo da terra e que é compreendido como um alerta pelos moradores.
Para investigar a inusitada comunicação dos cupins africanos, o time liderado pelos pesquisadores Felix Hager e Wolfgang Kirchner instalou dispositivos nas câmaras centrais das colônias e conseguiu medir a velocidade e a intensidade das cabeçadas dos cupins. São, em média, 11 cabeçadas por segundo, produzindo um som que viaja a 1,3 metro por segundo.
Os autores das cabeçadas são sempre os soldados das colônias, cuja população, a exemplo do que ocorre com as abelhas, é organizada em "castas", explica artigo publicado no períodico The Journal of Experimental Biology.
Segundo a pesquisa, é curioso notar que cupins que estavam mais longe da origem do som também batiam suas cabeças no chão ao ouvi-lo, como uma reação em cadeia, para garantir a transmissão do alerta para toda a colônia.
Os cientistas tentaram reproduzir o fenômeno em laboratório, expondo cupins isolados a diferentes frequências vibratórias. Segundo eles, os insetos reagiram apenas a sons que recriavam exatamente a vibração do alerta das colônias. Sons diferentes não provocavam nenhuma reação nos cupins, mostrando que essa é uma espécie de "comunicação" do cupim africano.Os cientistas tentaram reproduzir o fenômeno em laboratório, expondo cupins isolados a diferentes frequências vibratórias. Segundo eles, os insetos reagiram apenas a sons que recriavam exatamente a vibração do alerta das colônias. Sons diferentes não provocavam nenhuma reação nos cupins, mostrando que essa é uma espécie de "comunicação" do cupim africano.




fonte:http://noticias.uol.com.br
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domingo, 4 de agosto de 2013

O NASCIMENTO DA BORBOLETA

O Nascimento da Borboleta ou Ciclo de Vida da Borboleta é dividido em várias fases, tudo começa com o acasalamento entre a Borboleta macho e a Borboleta fêmea, passando pelo ovo que é colocado pela Borboleta fêmea, do ovo nasce a lagarta, depois de crescer e alimentar a lagarta se transforma em pupa, da pupa nasce a Borboleta adulta e assim começa novamente o Ciclo de Vida da Borboleta com o acasalamento entre a Borboleta macho e a Borboleta fêmea.

Veja o exemplo a seguir do nascimento da Borboleta Monarca.



O Acasalamento


Foto cortesia: Fotos de Borboletas Grátis


No acasalamento, a Borboleta macho fecunda a Borboleta fêmea, o esperma masculino é transferido para dentro do abdome da fêmea.
A fêmea fecundada procura a planta hospedeira para botar os seus ovos.



A Borboleta fêmea bota os ovos




A Borboleta fêmea deposita os ovos na planta que servirá de alimento para a lagarta.
Cada espécie de Borboleta tem plantas específicas para a alimentação das lagartas, essas plantas são conhecidas como Planta Hospedeira.
No caso das Borboletas Monarcas, a Planta Hospedeira é a Serralha.



A Lagarta


 


Após algum tempo, os ovos eclodem e deles saem as lagartas.
As lagartas então começam a comer a planta em que estão hospedadas. As lagartas comem muito, pois precisam acumular energia, a próxima fase é a pupa.

                                                                A pupa




Depois de alguns dias a lagarta vai parar de comer e se transformar em pupa, as pupas se formam a partir do endurecimento do corpo da lagarta.
É nesse momento que a lagarta vai usar a energia acumulada para se 
transformar em Borboleta.




A Borboleta adulta
Fotos de Borboletas Grátis

Foto cortesia: Fotos de Borboletas Grátis 


Em alguns dias, as Borboletas nascem rompendo a camada da pupa. A Borboleta adulta viverá algumas semanas, tempo suficiente para se reproduzirem e garantirem o recomeço de todo o ciclo novamente.

Fonte:http://www.borboleta.org
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

INSETOS



Os insetos surgiram há milhares de anos. Hoje, existem muitas e muitas espécies. Englobam o maior grupo de animais invertebrados, com exoesqueleto quitinoso (esqueleto externo). entre elas estão: formigas, moscas, abelhas, borboletas entre outros.
Dividem-se em três partes: cabeça, tórax e abdome. Possuem três pares de pernas, um ou dois pares de asas, um par de antenas e um par de olhos compostos. Sua respiração se dá através de pequenos orifícios em sua pele. São ovíparos.
A maioria dos insetos passam por alguns estágios até chegarem à vida adulta (metamorfose), há outros tipos de insetos que não apresentam transformação, são os (ametábulos), do ovo eclode um jovem parecido com o adulto.
Há insetos que vivem em comunidades como, abelhas e formigas. São tremendamente disciplinadas. Existem as classes de hierarquia. 




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